Lá diz o ditado:
Querer dar um passo maior que a perna.
Na verdade, este provérbio nunca se aplicou tão bem. No governo do Sr. “Eng.º”(!?) Sócrates a política da obra feita é elevada ao seu expoente máximo em prejuízo do pobre contribuinte a quem é pedido que aperte só mais um furo.
Na realidade, nunca tiveram tanto trabalho os pobres sapateiros com tanto buraco nos cintos públicos.
Aeroportos e comboios de alta velocidade num país em que nem espaço terão para acelerar e demonstrar o propósito da sua existência.
Continua a política herdada de governos anteriores com promessas de investimentos com elevados índices de retorno. Expo 98 e estádios novos são, indubitavelmente, o exemplo cabal da personalidade portuguesa. Na verdade, o povo vive da aparência e afunda-se em créditos e empréstimos milionários só para impressionar o vizinho (que também já o fez).
Acordem meus senhores, vamos colocar um ponto final nesta vida de fachada e começar a trabalhar a sério para uma nação próspera e justa. Assim, certamente, morrerão menos crianças à porta de urgências jurássicas e abandonadas com silvado à entrada…
Vamos descer à nossa humilde condição e demonstrar ao mundo a massa de que somos feitos.
Quanto mais nos mexermos nestas areias movediças mais nos enterraremos.
Querer dar um passo maior que a perna.
Na verdade, este provérbio nunca se aplicou tão bem. No governo do Sr. “Eng.º”(!?) Sócrates a política da obra feita é elevada ao seu expoente máximo em prejuízo do pobre contribuinte a quem é pedido que aperte só mais um furo.
Na realidade, nunca tiveram tanto trabalho os pobres sapateiros com tanto buraco nos cintos públicos.
Aeroportos e comboios de alta velocidade num país em que nem espaço terão para acelerar e demonstrar o propósito da sua existência.
Continua a política herdada de governos anteriores com promessas de investimentos com elevados índices de retorno. Expo 98 e estádios novos são, indubitavelmente, o exemplo cabal da personalidade portuguesa. Na verdade, o povo vive da aparência e afunda-se em créditos e empréstimos milionários só para impressionar o vizinho (que também já o fez).
Acordem meus senhores, vamos colocar um ponto final nesta vida de fachada e começar a trabalhar a sério para uma nação próspera e justa. Assim, certamente, morrerão menos crianças à porta de urgências jurássicas e abandonadas com silvado à entrada…
Vamos descer à nossa humilde condição e demonstrar ao mundo a massa de que somos feitos.
Quanto mais nos mexermos nestas areias movediças mais nos enterraremos.
Fidalguia sem dinheiro é gaita que não assobia…

2 comentários:
Portugal investe demasiado na vaidade e isso é tão mau ou pior do que não tomar banho e colocar perfume para disfarçar o cheiro.
Luís
É bem... dêem-lhe com a alma!
Força aí.
Ah... já agora não se esqueçam de visitar o meu blog de vez em quando:
http://deltalfa.blogspot.com
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